quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Mesmo sem 13° andar, prédio de Roberto Carlos é assaltado em SP

Roberto Carlos mostra maquete da obra
RC e a maquete da obra     

                                                                                             
 

 Roberto Carlos lançou em junho seu empreendimento imobiliário : o condomínio Horizonte JK Home & Office, no grã-fino Itaim. A obra é da Emoções Incorporadora, também de Roberto em sociedade com seu empresário, Dodi Sirena, e outras empresas. A expectativa das vendas de imóveis no é de R$ 300 milhões. Uma das primeiras medidas que o supersticioso Roberto anunciou foi que, se dependesse dele, os prédios não teriam o 13º andar. Passariam direto do 12º para o 14º. Como todos sabem, o cantor tem várias manias e tormentos, entre ele o de que o número 13 dá azar.

Pois bem...
O que dirá Roberto agora que, mesmo sem o 'azarado' 13º andar, o prédio foi roubado, mesmo antes de ser inaugurado? O prejuízo estimado chega a R$ 500 mil, e vocês certamente não leram essa notícia nas editorias policiais. Isso porque Roberto e seus abastados sócios conseguiram manter sigilo. Esta coluna enxerida e pouco supersticiosa descobriu por acaso...
Plantão policial
O condomínio milionário de Roberto foi assaltado na semana passada por uma gangue. Aparentementem os bandidos usaram até caminhões em, acredita-se, mais de uma "viagem" ao local. Eles depenaram por completo unidades decoradas do prédio. Cadeiras e mesas italianas, móveis, computadores, tapetes caríssimoos, TVs de plasma, aparelhagem de som e até mesmo material de segurança. Não sobrou nada. Os larápios simplesmente limparam os imóveis e sumiram sem deixar vestígios. A polícia investiga, mas até agora sem sucesso...
 Fonte/Uol -RICARDO FELTRIN EDITOR E COLUNISTA DO F5 - por Jaime

Ministro acumulou ilegalmente cargos em Brasília e no Rio

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), ocupou simultaneamente, por quase cinco anos, dois cargos de assessor parlamentar em órgãos públicos distintos, a Câmara dos Deputados, em Brasília, e a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, informa reportagem de Fernando Mello e Andreza Matais, publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Reporagem da Folha do último sábado (26) mostrou que de 2000 a 2005 Lupi era assessor-fantasma da liderança do PDT na Câmara dos Deputados em Brasília. 
Ao mesmo tempo, o ministro do Trabalho também ocupava o cargo de assessor de um vereador do seu partido na Câmara de vereadores do Rio, a quase 1.200 km da capital.
A Constituição proíbe a "acumulação remunerada de cargos públicos" e pode levar a ações judiciais por improbidade administrativa e peculato, com cobrança da devolução dos recursos recebidos de maneira irregular.
Ontem, a Comissão de Ética Pública da Presidência recomendou à presidente Dilma Rousseff a exoneração de Lupi do cargo de ministro do Trabalho.
Lupi foi envolvido nos últimos dias em uma série de irregularidades em convênios de sua pasta com entidades ligadas a seu partido.
OUTRO LADO
Lupi afirmou que "caso seja comprovada alguma irregularidade, será devolvido ao órgão valores recebidos que não estejam dentro da legislação".
Segundo a assessoria de imprensa, "está sendo encaminhada à Câmara Municipal [do Rio] uma consulta formal onde será analisada essa situação funcional".
Editoria de Arte/Folhapress
Fonte/G1 - por Jaime  





























































01/12/2011 06h18 - Atualizado em 01/12/2011 06h18 ONGs regulares voltam a receber pagamento do governo nesta quinta CGU termina fiscalização prevista em decreto, mas não divulga resultado. Entidade irregular tem 60 dias para corrigir problemas ou devolver dinheiro.

Os ministérios do governo federal estão autorizados, a partir desta quinta-feira (1º), a retomar os pagamentos a organizações não governamentais (ONGs) que tiveram convênios considerados regulares em fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU).
Terminou nesta quarta a suspensão dos repasses a todas as entidades conveniadas decretada pela presidente Dilma Rousseff há um mês. Nesse período, os ministérios fizeram uma "avaliação de regularidade" das parcerias com ONGs firmadas até 16 de setembro. O trabalho foi conduzido pela CGU e pela Secretaria-Geral da Presidência.
O resultado da varredura, porém, não será divulgado neste momento. Assim, não há estimativa de quantas ONGs voltarão a receber os pagamentos.
Pelo decreto, as entidades nas quais a CGU encontrou problemas terão até 60 dias para o "saneamento" das irregularidades. Caso as falhas não sejam corrigidas dentro do prazo, o ministério envolvido deverá "instaurar, de imediato, tomada de contas especial" - procedimento para apurar responsabilidades e cobrar o ressarcimento do prejuízo aos cofres públicos.
O decreto prevê ainda que o ministério inclua as irregularidades encontradas no Sistema de Gestão de Convênios (Siconv) e mantenha no Portal da Transparência um cadastro com a lista das ONGs impedidas de celebrar convênios, contratos ou parcerias com a administração federal.

Divulgação
De acordo com a CGU, somente após terminado o prazo de 60 dias é que serão divulgados os nomes das entidades consideradas irregulares. A assessoria da Secretaria-Geral da Presidência afirmou que "há situações muito diversas de convênios".
Esclarece que alguns contratos ainda não foram revalidados pela falta de documentos simples, prestações de contas ou por não cumprimento de exigências burocráticas. "Isso não significa que há indícios de desvios", disse a assessoria.
O diretor da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), Raimundo Augusto de Oliveira, criticou a decisão do governo de adiar a divulgação da lista de entidades irregulares. Para ele, "há um conceito errado" de que todas as ONGs praticam desvios.
"É mais do que necessário que se divulgue a lista das entidades com problemas e não deixe também silencioso as organizações que não têm problemas, porque existe um conceito errado na sociedade de que todas têm problemas com o governo".
Exceções
O texto do decreto relaciona três situações em que não se aplica a suspensão dos pagamentos: programas de proteção a pessoas ameaçadas ou em risco de segurança; entidades que mantenham convênio, contrato ou parceria regulares e com prestações de contas aprovadas há pelo menos cinco anos; e transferências do Ministério da Saúde para o SUS.
Entre as irregularidades relacionadas que terão de ser objeto de avaliação dos ministérios e órgãos públicos, estão: omissão no dever de prestar contas; descumprimento injustificado do objeto de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria; desvio de finalidade na aplicação dos recursos transferidos; dano ao erário público; ou prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.
Fonte/G1 - por Jaime

Voluntário usa fantasia de camisinha no Dia Mundial de Luta Contra a Aids Grupo faz campanha de conscientização contra a doença na Coreia do Sul. Nesta sexta-feira, mundo faz campanhas sobre o HIV.

Voluntário usa fantasia de camisinha no Dia Mundial de Luta Contra a Aids, em Seul, na Coreia do Sul. Ao lado de outras pessoas, ele participa de uma campanha de conscientização sobre a doença sexualmente transmissívelFonte/G1 - por Jaime

01/12/2011 07h07 - Atualizado em 01/12/2011 07h23 Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE Pesquisa de Tábuas de Mortalidade foi divulgada nesta quarta (1º). Dados são referentes a 2010; em 2009, número foi de 73,2 anos.

A expectativa de vida do brasileiro ao nascer alcançou 73,5 anos em 2010, segundo a pesquisa de Tábuas de Mortalidade divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 1980, o número era de 62 anos. Ao longo de três décadas, o aumento foi de 11,5 anos na expectativa de vida. No ano anterior, a expectativa de vida era de 73,2 anos.
De acordo com os dados no "Diário Oficial da União", a mortalidade infantil alcança 21,63 óbitos por mil nascidos vivos. Em 1980, o número chegava a 69,12.