quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

EVANGELHO DO DIA


ANO A - DIA 23/01

De todas as partes,uma grande multidão o seguia - Mc 3,7-12

Jesus, então, com seus discípulos, retirou-se em direção ao lago, e uma grande multidão da Galileia o seguia. Também veio a ele muita gente da Judeia e de Jerusalém, da Idumeia e de além do Jordão, e até da região de Tiro e Sidônia, porque ouviram dizer quanta coisa ele fazia. Ele disse aos discípulos que providenciassem um barquinho para ele, a fim de que a multidão não o apertasse. Pois, como tivesse curado a muitos, aqueles que tinham doenças se atiravam sobre ele para tocá-lo. E os espíritos impuros, ao vê-lo, caíam a seus pés, gritando: "Tu és o Filho de Deus". Mas ele os repreendeu, proibindo que manifestassem quem ele era.
Palavra do Senhor
Graças a Deus

Pagamento da folha do mês de janeiro será fracionado

O Governo do Estado ainda não terá como pagar integralmente a folha dos servidores no final deste mês. A informação foi confirmada pelo  secretário estadual de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues. Segundo ele, a expectativa é que se consiga pagar entre 96% e 97% da folha, superando em cerca de 2% os valores que vem sendo pagos de outubro até agora. Com isso, quem recebe acima de R$ 5 mil – cerca de 5 mil servidores – deve ser pago apenas no dia 10 de fevereiro. De acordo com o secretário, com base na estimativa de receita deste mês, será possível normalizar a situação da folha em fevereiro.
“A média do que foi pago nos últimos meses foi em torno de 95%. A expectativa é que se consiga pagar um pouco mais do que isso, em torno de 96%, 97%. Estamos trabalhando para que a situação seja normalizada em fevereiro”, afirmou.
Segundo Obery Rodrigues, a razão do desequilíbrio financeiro do Estado se deve a uma soma de fatores. Por um lado, existe a frustração de receitas oriundas do Fundo de Participação dos Estados e do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Por outro, há um aumento das despesas com pessoal e nos repasses aos Poderes.
Fonte/Tribuna do Norte - por Jaime

Dilma pede otimismo e destaca ‘beleza da Arena das Dunas’

Em Natal, durante a inauguração da Arena das Dunas, a presidenta Dilma Rousseff pediu para que se evite torcer contra o país. Ela disse também que é lamentável que alguém demonstre preferir que ocorram fracassos de organização. “Eu acho, assim, que o Brasil tem de apostar a seu favor, e não contra”, recomendou. Dilma elogiou a Arena, ao afirmar que o estádio construído em Natal é “tão bonito” quanto a cidade. E destacou o potencial de uso da estrutura, ao comentar sobre o futebol brasileiro. A presidenta desconversou ao ser indagada sobre o desempenho do PIB [Produto Interno Bruto]. Ela disse que não estava em Natal para falar sobre esse assunto e que só iria comentar sobre temas relacionados com a Copa. A presidenta ressaltou estar particularmente satisfeita, porque a Arena foi construída com gastos “três por cento abaixo do preço orçado” inicialmente. E lembrou que o estádio vai ganhar o selo da Ecologia. Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista coletiva concedida pela presidenta, logo depois que ela chutou a bola oficial da Copa no centro do gramado, o que marcou a inauguração da Arena das Dunas. 
Arena
“Esta é a primeira Arena da segunda fase que nós entregamos agora em janeiro. No final do mês vai ter nova entrega, lá em Porto Alegre. Mas foi muito importante ter entregue aqui esta primeira arena, e eu queria dizer para vocês uma coisa: Este país é o país do futebol. Nós nunca deixamos de ir a uma Copa. Nós sempre tivemos, em relação às copas, uma relação muito forte porque somos um país apaixonado por futebol. Eu tenho certeza que o povo brasileiro vai demonstrar, além dessa paixão, uma imensa capacidade de receber os nossos visitantes. Aqui quatro grupos, totalizando oito times, vão jogar; dois times, o Uruguai e a Itália, são campeões mundiais”. 
Futebol brasileiro
“Eu quero dizer para vocês que nós temos muito o que apresentar. Nós somos um país que tem não só o que apresentar em termos de desenvolvimento, de distribuição de renda, de melhoria da vida do nosso povo, mas também nós temos grandes craques, né? Nós somos o país do Pelé, o país do Cafu, o país do Bebeto. Nós somos o país dos novos craques, né, o país do Neymar e de tantos outros. Temos um treinador que é campeão, o Felipão. Outro treinador que é campeão, o Parreira. Então eu tenho certeza que nós faremos a Copa das Copas”. 
Estado 
“Obviamente que é importantíssimo ter jogos de futebol aqui, que é a nossa paixão, entre o América, o ABC e todos os outros times daqui. Mas eu fico pensando, sobretudo, aqui é um local para convenções, é um lugar para exposições, é um local para grandes reuniões. Uma pessoa lá me disse uma coisa belíssima: este estádio é tão bonito quanto Natal. E eu quero dizer para vocês o seguinte: este estádio, ele vai contribuir também para aumentar esse imenso potencial turístico que Natal tem. Aqui é um local em que nós podemos, com orgulho, receber convenções, receber visitantes estrangeiros e receber também brasileiros que fazem, em todo canto do Brasil, convenções, encontros, reuniões, workshops. Este estádio, ele tem um sentido muito importante para o desenvolvimento da cidade. Estou muito feliz de ter vindo aqui”.
Orçamento
“Eu fiquei encantada com a beleza deste estádio, fiquei encantada com o fato de que ele saiu três por cento abaixo do preço orçado, que é um estádio que vai ganhar o selo da Ecologia. É um estádio ambientalmente sustentável, é um estádio que empregou quatro mil trabalhadores, entre eles apenados, e eu quero dizer para vocês, além de todo o legado que nós temos na Copa em termos de mobilidade, de drenagem, em termos do que isso vai trazer para o Brasil, nós vamos deixar também um estádio como este”.
Fonte/Tribuna do Norte - por Jaime

Moeda argentina sofre maior desvalorização em 12 anos

Valor do dólar rompeu a barreira dos 7 pesos.
Com reservas em queda, país restringiu compras online.
A moeda argentina sofreu nesta quarta-feira (22) a maior queda em um único dia desde 2002 e acumula uma queda de 8,43% no ano, em uma agitada jornada financeira marcada por um ambiente de incerteza.
O governo da presidente Cristina Kirchner impulsiona a desvalorização monetária diante das pressões de grandes empresas argentinas, que têm observado uma perda de competitividade de seus produtos diante uma inflação anual de 28%.
A terceira economia da América Latina precisa - e vem tentando - recuperar a confiança da comunidade internacional. Para isso, decidiu adotar medidas para frear a queda do volume de reservas monetárias internacionais (uma espécie de "poupança" em moeda estrangeira, via de regra usada como uma espécie de "seguro' contra crise).
Entre as medidas polêmicas já adotadas estão a proibição da venda de dólares, limitação às importações e a cobrança de um tributo de 35% ao turismo no exterior. Para analistas, essas medidas são questionáveis.
Fonte/G1.com - por Jaime